sexta-feira, agosto 19, 2011

Um Ponto No Mundo

Outro dia estava comentando com uma amiga sobre como a sociedade se dividiu em tanta minoria, acho que se juntássemos esses núcleos, provavelmente teríamos a maioria.
As pessoas cada vez mais sentem a necessidade de serem percebidas pelo mundo ao seu redor, querem ser reconhecidas como parte de um todo e em sua total individualidade também.
Tenho percebido que está na moda ser egoísta, tá na moda ser o primeiro em tudo; não existe pensamento coletivo e a tão sonhada fraternidade vem se esvaindo pelo ralo, é como está escrito no livro sagrado "o amor  se acabaria de quase todos".
Todo dia surgem novas notícias de catástrofres ainda maiores do que as últimas mencionadas, de violência, dor e intolerância crônica.
Nâo há para onde fugir, não há como esconder-se, vivemos em uma época de epidemia da falta de amor.
Sei que minha ideia não precisa prevalecer, não precisam concordar com tudo que digo ou faço para amar, o amor não nos impõe condições, basta somente ser sentido, vivido e respeitado em suas nuances.
Será qua ainda há limites nos seres humanos? Somos mortais! E o que se deixa, isso sim viverá para sempre, como eu vivi e convivi este será meu legado eterno.
Ai, ai, sinto saudades da época que cada um era um ponto no mundo, éramos únicos e felizes, limitados talvez, porém felizes, humanos e muito, muito felizes!
Que não concordes comigo, não há problema nisso, entretanto, permita-me chegar perto o suficiente para demonstrar o que eu tenho de melhor.
Não precisamos de um pensamento único, ou de uma única opinião, só precisamos compreender que a força está no modo como eu te respeito!
Precisamos espalhar mais semnetes de amor - Jesus sempre quis isso tb! 

Um comentário:

GIGLIANNE disse...

Amiga, amei. O q falta no mundo é respeito, cada um respeitar a opinião, a opção, o posicionamento do outro. As pessoas estão cada vez mais egoístas, tentando se sobressair, aparecer a qualquer custo. O mundo está repleto de minorias guerreando entre si, ninguém se Respeita.
"Posso discordar de tudo o que disseres, mas defenderei até a morte o teu direito de dizer." (Voltaire)